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Nós temos tudo

Nós temos tudo

"Muito rico é meu esposo, e de seus tesouros de amor tirarei para vos retribuir, ao centuplo, tudo quanto sofrestes, por minha causa."(História de uma alma pg 48)

Lendo este livro pude perceber como a simplicidade precisa fazer parte da minha alma.

Temos acesso a tantas coisas da Igreja, tantas ferramentas e mesmo assim insistimos no erro.

A maioria das vezes achamos que Deus nos abandonou, ou que essa história de santidade não é possível. No entanto, a realidade é que nós não queremos assumir todas as responsabilidades que a vida em Cristo nos exige. Principalmente abraçar o sofrimento.

Enquanto estamos na "vibe" é tudo legal, até os amigos nos acolhem de outra forma, todo mundo está empolgado. Mas quando a chama vai apagando, e o sofrimento e cansaço vão aparecendo, a gente só quer saber de pular fora - é mais fácil.

Precisamos lembrar que Jesus nunca disse: "quer me seguir? Então pega sua bola de praia e me siga". Isso não quer dizer que se aceitarmos seguir o caminho de Deus haverá apenas sofrimento, mas precisamos entender que esse caminho é difícil. Quem diz que é só maravilhas, que a gente consegue estar feliz o tempo todo, é um mentiroso.

Nesse caminho há a certeza de conquistar algo que não está aqui nesse mundo. A certeza de que por mais árduo que seja, tudo o que eu passo é mínimo perto do que Jesus passou por mim. A cruz que eu carrego é muito menor. Jesus carregou o mundo nas costas já feridas pelos meus pecados.

Por isso eu volto a dizer: nós temos tudo. Se você acha que está difícil, use as ferramentas que temos. Procure a vida dos santos: homens e mulheres como nós que abraçaram o sofrimento com Cristo, e servem de exemplo para nós.

Precisamos perceber que Deus está nas pequenas coisas, que Ele faz e quer coisas simples. Nós complicamos tudo, mas pra Ele precisamos ser simples, sempre dando o melhor de nós.

“Foi um ósculo de amor. Sentia-me amada, e de minha parte dizia: “Amo-vos, entrego-me a vós para sempre”. Não houve pedidos, nem lutas, nem sacrifícios. Desde muito, Jesus e a pobre Teresinha se tinham olhado e compreendido. Naquele dia, porém, já não era um olhar, era uma fusão. Já não eram dois, Teresa desaparecera como gota de água que se perde no seio do oceano.” (História de uma alma pg 56)

 

Verônica Góes Duarte

Consagrada da Comunidade Vale de Saron

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